segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Resenha: O Trono do Sol –A magia da alvorada.
Resenha: O Trono do Sol –A magia da alvorada.
O Ciclo de Nessântico –Vol. 1
Pois bem. Comecemos com o pé direito falando sobre uma obra que realmente me atraiu logo pela capa do livro: O Trono do Sol.
Criticado por muitos e elogiado por (quase) todos –assim como ninguém mais, ninguém menos que R.R. Martin, autor de famosas séries, e dentre elas “As Crônicas de Gelo e Fogo”-, S. L. Farrell causou uma grande polêmica com esta obra.
O tema central é basicamente formado por política e religião. Uma mistura de guerra e magia faz com que a obra se torne um pouco mais... Envolvente. Uma pitada de romance e traição também é adicionada ao enredo. Mas o que será que realmente se passa na história? Veremos a seguir.
O livro começa contando sobre a cidade de Nessântico: poderosa, generosa e indestrutível. O autor a compara como um ser vivo, e ainda diz metaforicamente que Nessântico é mais que uma simples cidade, é uma cidade mulher.
A história começa com Ana Co’Seranta, uma jovem o’téni que exerce sua função como aprendiz do Ilmoldo –uma energia predominante em Nessântico, que pode ser usada por várias pessoas de diversas “religiões”, apesar da fé Concénziana ser a mais conhecida e poderosa-.
Bem, neste início de conversa vocês não devem ter entendido muita coisa, provavelmente pelos termos que o autor utiliza, que são neologismos.
Um o’téni é uma espécie de aprendiz da Fé Concénziana, porém, tem um pouco mais de sabedoria. A Fé Concénziana é a principal religião de Nessântico, que vai se tornando cada vez mais intolerante aos numetodos –pessoas que não acreditam no Deus Cénzi, e que creem que o Ilmoldo (a magia) pode ser utilizada seguindo fórmulas, e que todos, independente de crença e fé, podem utilizar. Digamos que são “os ateus da história”.
A jovem Ana é como se fosse a “misteriosa garota com poderes mais sobrenaturais que todos os outros meros mortais”. A mesma história de sempre –a pessoa que se destaca por um poder a mais-, porém, com uma pitada mais extravagante de criatividade do autor.
Ana ousava do Dom de Cénzi. As “regras” diziam que era proibido curar com a energia do Ilmoldo, mas Ana o fazia. Sua mãe sofria de uma grave doença, e foi graças à Ana que ela pôde fazer com que a mãe vivesse por muitos anos.
Porém, em meio à solidão, seu pai abusava dela sem questionar. E Ana guardava essas terríveis memórias, até que um dia o archigos –o representante supremo da Fé- Dhosti percebeu que Ana tinha um dom muito maior, e sabia que ela utilizava cura, mas mesmo assim resolveu não puni-la.
Pediu para que Ana usasse todo o seu poder para curar sua mãe, sem que se preocupasse com castigos, e o fez. A mulher saiu completamente curada. O Archigos “contratou” Ana e a promoveu, pagou uma enorme quantia ao seu pai e disse que ele jamais teria poder sobre ela novamente.
Em meio a tantas coisas, tantos planejamentos, a kraljica, que pode ser considerada como uma “Rainha” era um tanto idosa. Ela reconheceu o dom de Ana, e a elogiou por isso. A “rainha” era conhecida por sempre fazer negociações com seus inimigos, portanto, Nessântico nunca entrara em guerra. Não até então...
Conhecida por manter a paz, a rainha acabou sendo morta no mesmo dia em que Ana e Karl –um numetodo que já tinha uma pretendente lááá no fim do mundo- se conheceram. Tudo ocorreu com um misterioso quadro que fora pintado em comemoração ao Baile de Jubileu da kraljica. O quadro tinha uma misteriosa energia que “sugava” a vida de quem era pintado, fazendo com que ficasse preso no quadro para sempre. Um tanto horripilante, não? Mas o pior vem aí.
A culpa caiu em cima de quem? Quem será? Em cima dos numetodos.
Ana e Karl se envolviam cada vez mais –uma mistura de romance e curiosidade- e em um momento Ana até chegou a perder seus poderes e levou, junto com eles, sua fé. Porém, mais tarde, conseguiu recuperá-los bem até demais.
Karl foi capturado, assim como inúmeros numetodos acusados por vários crimes que não cometeram. Enquanto isso, a cidade de Brezno, conhecida por ser a cidade que criava todas as tropas de Nessântico, resolveu se revoltar, e isso tudo por um motivo: O hïrzig, uma espécie de mais alto nível de comandante de todas as tropas, queria o Trono do Sol para si. Desejava Nessântico não só para ele, mas para sua filha, como se fosse um “Colar de Luzes” para a menininha Alessandra –que no final fora... Ah, não vou contar mais spoilers-.
O filho da rainha, o kraljiki Justi –um tolo, grande tolo...- assumiu o trono, e enganou Ana para que desse os numetodos como livres, sem pagar pelos seus crimes. Porém só conseguiu seduzir a anta chamada Ana e conseguiu até a façanha de levá-la para a cama –coisa que nem o pobre Karl conseguiu fazer-.
Mas Ana não conseguiu nada com isso, a não ser uma perseguição para o lado dela, pois o seu “quase maridinho” Justi descobriu que ela utilizava o dom da cura, proibido por Cénzi.
Traição é o que resume este livro. Muita, mas muita traição. Uma coisa doida atrás da outra. Mas é impressionante como o autor retrata isso de forma tão... Agradável.
Porém, uma das personagens mais importantes ainda não foi citada: Mahri. Um velho mendigo com poderes sobrenaturais. Mas o cara não é nem da Fé Concénziana, nem dos pobres numetodos. É... ainda é um mistério de onde toda essa magia misteriosa vem. Só podemos dizer que o cara ajuda e ferra todo mundo ao mesmo tempo. Ele protege Ana e Karl, e depois os entrega na mão de Justi, mas todos se dão bem, apesar das cidades entrarem em guerra. Mas do nada o velhinho revela sua verdadeira face que surpreende a todos, mas isso também seria um baita spoiler, então não vou revelar muitas coisas.
O que posso dizer sobre o livro é que é grande, mas vale a pena ler. É difícil de explicar sobre toda a história, cada detalhe, cada personagem, mas que é impressionante, é.
É uma pena que o autor utilize tão pouco de algo que eu prezo entre os livros: detalhes. Amo detalhes, e infelizmente, achei que o autor utilizou poucos, apesar do tamanho do livro. Mas não vou ser chata com isso.
A linguagem pode não ser das mais poéticas, mas as personagens têm seu amor e suas virtudes –apesar de traírem toda hora, mas vamos desconsiderar este fato, hi, hi...
Agora resta aguardar pelo segundo volume da série.
[Um QUASE SPOILER] Apesar de eu ter achado que o final decepcionou e deixou a desejar, e que o autor deveria ter parado ali, foi uma leitura legalzinha. Mas vamos ver no que vai dar...
Os Sete Vampiros e as minhas Sete Dúvidas.
Os Sete Vampiros e as minhas Sete Dúvidas.
Boa noite, pessoal.
Hoje à tarde, a coordenadora da minha escola deixou um livro dela comigo, e indicou a leitura como muito boa. Eu pretendo ler, mas no momento ainda estou lendo “Cidade de Ladrões”, de David Benioff, portanto não pude ainda desfrutar de mais um dos encantados mundos de André Vianco.
Bem, ao observar e refletir sobre o título e sobre a capa –porque eu não consegui ler nada mais do que isso até agora-, eu fiquei pensando sobre o que o nosso amigo Vianco poderia falar desta vez. Me parece que o livro vai envolver um pouco mais do que a área de ficção tão adotada por Vianco, mas também um pouco de... Fé. Será que estou certa? Esta é apenas uma das sete perguntas que tenho a fazer para vocês.
Pergunto especialmente para quem já leu: O Vianco traz realmente algo excepcional em relação aos vampiros? Eu creio que não será uma história tipo Crepúsculo, pois acredito realmente que a capacidade do Vianco vai muito além disso, não menosprezando a obra de Meyer.
Agora uma pergunta àqueles que leram e não leram: Será que estes vampiros, ou melhor, será que o Vianco vai nos dar motivos para acreditar realmente na existência desses seres, nem que seja por um breve momento, ou até mesmo somente em nossa imaginação? Eu acredito que sim, pois confio em sua habilidade, mas todo autor tem seu ponto fraco na escrita.
Eu realmente estou ansiosa para ler esta obra que é sempre tão indicada, mas ainda estou com medo de que seja um ponto fraco do André e que me decepcione com clichês. Então aqui vai a quarta pergunta: O autor torna a história um tanto... Clichê?
A quinta pergunta é um pouco mais complexa, porque cada um tem sua imaginação, e imagina as personagens de inúmeros modos, mesmo quando possuem descrições definidas.
Como são as personagens em seu físico? E uma sexta pergunta consecutiva: E suas personalidades? Será que todos têm uma personalidade em comum ou tem aquele “bonzinho” da história –porque vampiro bonzinho é o que eu mais ando vendo por aí atualmente-?
Sétima e última pergunta. Que comecem a tocar a 5ª Sinfonia de Beethoven...
A obra é, de fato, envolvente? Para os que leram: Ela realmente envolveu vocês ou apenas leram por ler, ou então desistiram da obra?
Enfim, essas perguntinhas são básicas, e certamente não serão cobradas em provas, porque são bem pessoais, hi, hi...
Mas aqui deixo minhas dúvidas para serem respondidas pelos melhores escritores –e leitores- que já conheci: vocês.
Cidade de Ladrões - Início de Resenha
Cidade de Ladrões – Benioff elogiado por Hosseini.
Aqui vai mais uma resenha para o Blog, e especialmente para vocês!
Ok, eu sei que comecei a história há pouco tempo e não tenho muito o que falar. Não podemos julgar um livro pela capa, e às vezes nem mesmo pelas vinte primeiras páginas, ou pela contracapa, ou pela arte-final, ou pelo... Ah, enfim, não podemos julgar um livro sem antes o conhecermos melhor.
Comecei a ver um cenário bem típico atualmente na obra de Benioff, porém, não digo que tenha se tornado um clichê sem sentido. Este cenário é a Segunda Guerra Mundial.
Muitos livros atualmente têm ganhado espaço no mundo todo relatando sobre a Segunda Guerra, que teve uma forte influência em muitos países, culturas e histórias diferentes. “A Menina que Roubava Livros”, “O Caçador de Pipas” – apesar de muitas vezes não retratarem sobre a II Guerra, as obras retratam sobre aspectos que envolvem a mesma-, etc.
Contando, desta vez, o lado Russo da história, Benioff traz uma obra que tem um contato muito próximo com a sua vida e a sua família. É uma obra que realmente faz você se sentir próximo do autor, até chega a parecer íntimo.
Vendo desta vez pelo outro lado da moeda, o autor retrata, da mesma forma, a crueldade vivida nesses tempos. No início, é contado de uma forma até um tanto banal, já que o narrador-personagem ainda era muito jovem. Mas depois a história vai criando uma coisa mais séria, que realmente te leva a refletir sobre aspectos que continuam existindo até os dias de hoje.
Retratando a história de Lev, o autor torna a intimidade cada vez mais visível, o que nos faz parecer que nós que estamos escutando as palavras, os momentos e as histórias contadas da boca de um avô nosso perdido por aí na Rússia.
Pretendo continuar lendo a obra, pois está realmente envolvente, e por enquanto, indico fielmente a leitura desta obra.
Também quero deixar um recado, novamente sobre o tema: Não julgue um tema por parecer que está se tornando clichê. Mesmo que pareça, as obras sempre têm uma mensagem para passar. Não desperdice esta mensagem ignorando livros que trazem temas que estão “na moda”.
Isso é mais que um recado, é uma dica.
Não, mais que isso. É uma lição de vida.
Ou de livros.
P.S: Talvez seja dos dois.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Os Miseráveis - Victor Hugo
Uma história interessante e com um ponto bem válido: é um Clássico da Literatura Mundial. Uma obra francesa que se passa principalmente em Paris, retratando fatos desde 1815.
Um outro ponto bem marcante da história é a grande crítica social que é feita na obra por Hugo. A injustiça, pobreza, fome...
Pois bem, a história começa contando sobre Jean Valjean, um rapaz simples, humilde, que tinha uma irmã mais velha que já possuía filhos. Eram uma família muito pobre, então normalmente Jean tinha que caçar animais para alimentar os sobrinhos. Porém, as caças não iam muito bem, e a família toda estava com muita fome: os sobrinhos chorando, soluçando, implorando para que tivessem um pouco de comida. A mãe, em seu desespero, não sabia o que fazer. Jean era a única esperança da família. Então aproximou-se de uma padaria, e, vendo aqueles milhares de pães, resolveu arriscar: quebrou a vidraça e acabou com a barreira que existia entre ele e deixar de sentir fome.
Porém, não demorou muito para que os soldados prendessem o rapaz.
Jean sofreu na prisão, um lugar sujo, imundo. Lá, ele perdeu tudo o que havia aprendido que um ser humano deveria ter. Já não falava mais como antes. Vivia cansado, pelos trabalhos forçados que fazia.
Num certo dia, um dos prisioneiros estava à beira da morte, quando Jean usou sua força para levantar pedras que haviam encurralado o companheiro da prisão.
O inspetor de polícia Javert observou a força e a coragem do homem. E acima de tudo: reparou em seu olhar. O olhar que brilhava de ódio e de compaixão ao mesmo tempo. Anos depois, encontraria aquele olhar novamente...
E assim aconteceu.
Depois de cumprir seu tempo na cadeia, Jean procurou um lugar para ficar. Mas ninguém queria ter um condenado dentro de sua casa, exceto pelo bispo Myriel, que o acolheu dentro de sua casa e deixou que desfrutasse de tudo o que tinha. Jean, no meio da noite, acabou roubando os talheres tão preciosos da irmã do Bispo, Sr.ª Batistina. Os soldados logo capturaram-no, e o levaram para a casa do Bispo. Assim, o mesmo alegou que Jean não roubara nada, que apenas havia levado um presente consigo, e ainda sugeriu que tivesse levado os castiçais também.
Após aquele dia, o bispo pediu que Jean nunca se esquecesse da promessa que fez a si mesmo de ser um novo homem. Um homem com Deus no coração.
Os anos passaram e Jean construiu uma poderosa fábrica, e agora sua identidade era de Sr. Madelaine.
Nesta onda de histórias, conheceu uma moça, Fantine, a quem teve que despedir de sua fábrica por rumores de que a mesma era mãe solteira.
Porém, uma misteriosa paixão acolheu os dois, e Jean cuidou da moça até o seu último instante de vida, já que soube que a mesma estava com uma grave infecção pulmonar.
A última promessa que fez a ela, foi a de que cuidaria de sua filha, Cosette.
Javert já havia tinha consciência de que o Sr. Madelaine era Jean, e o mesmo se entregou. Então, a perseguição continuou por vários anos, e Jean fez de tudo para cumprir a promessa que fez à Fantine: cuidar de Cosette. E a mesma permanecia nos cuidados do casal Thénardier, que vivia exigindo mais e mais dinheiro de Fantine para cuidar da criança -quando na verdade não cuidavam dela, apenas davam todo o trabalho forçado para que a mesma o fizesse.
Mas será que ele realmente conseguiu? E quanto a Javert? Conseguiu capturar Jean Valjean? E Cosette? Viveria por quanto tempo? Consideraria Jean como pai? Conheceria sua história?
Esses são mistérios que somente o livro poderá nos revelar.
terça-feira, 3 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
A pressa do hoje para o amanhã.
Pressa.
O tempo passa muito rápido, não acham?
Estava no carro, voltando da escola, quando comecei a pensar no que poderia escrever aqui. Eram coisas que eu queria ter escrito ontem, mas não deu tempo.
Tempo.
Como eu já disse em um post anterior, tudo ultimamente tem sido resumido em tempo.
Talvez amanhã eu consiga um tempinho para postar tudo.
Pois é, é assim que pensamos quase sempre.
"Ah, amanhã eu vejo se consigo um tempinho pra fazer tal coisa", ou então: "Eu tentei hoje, mas não deu tempo". Mas claro que também sempre há aqueles que enrolam com o bom e velho "Poxa, professora, mas é que não deu tempo...".
Enfim... O tempo é essencial, não é mesmo?
Amanhã talvez eu consiga escrever pelo menos um pouco do que pretendo.
Acho que a vontade de postar estas besteiras por aqui, voltou.
Agora preciso sair. Sim, rapidamente. E sim, estou escrevendo isto às pressas. Às pressas da pressa.
E ainda pretendo dormir um pouco, pois amanhã tenho um longo dia com o curso de francês, que começa logo pela manhã. Também pretendo ler um pouco -Memórias de um Sobrevivente, LESSING, Doris-. Talvez estude um pouquinho também... Enfim, não sei. Acho que não vou conseguir fazer nada disso.
Vamos ver o que o tempo reserva para mim.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Minha escrita.
Oi.
Oi, oi.
Eu sou a Thayla.
Enfim, acho que minhas apresentações estão ficando cada vez mais idiotas.
Bom, estava aqui lendo os textos antigos do Blog. Putz! Nunca fiquei tão surpresa e confusa ao mesmo tempo. Sério. Minha escrita mudou muito. MUITO! Talvez a culpa seja dos livros, dos filmes, das séries, dos mangás, dos animes... Ou talvez a culpa seja minha. De qualquer forma, acho que ela evoluiu bastante. Mas em compensação a criatividade foi embora.
De qualquer forma [acabei de repetir isso mais uma vez, ignorem, por favor], nem sei porque comecei a falar sobre a minha escrita.
Boa mesmo ela nunca foi, e ainda não é.
Acho que nunca será, mas isso não tem importância.
Ou tem?
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sono.
Sabe aqueles dias em que você sente que precisa dormir mais do que o normal? Então, hoje é um dia desses.
Dormi por umas boas horas, umas três, aproximadamente.
Ontem quase dormi na aula. Não era uma aula muito interessante, porque a professora estava apenas corrigindo lições. Mas nunca dormi em aulas -eu acho-. Considero como uma falta de respeito, por mais que o professor nem esteja na sala de aula. Mas aquelas pessoas que não paravam de fazer barulho, que ficavam se maquiando, conversando, jogando coisas para o alto e esse tipo de coisa que só os alunos baderneiros fazem, estavam me entediando. É, acho que ontem foi diferente. Essas coisas não me tiravam o sono, pelo contrário. Mas eu estava morrendo de dor. Cólica. É, meus caros amigos homens, as mulheres também sofrem. E como sofrem, hein? Mas não vamos falar de homens, mulheres, machismo e coisas assim.
Estou aqui para falar de Sono.
Sono.
Eu tenho sono. Você tem. Todo mundo tem. E isto aqui está parecendo mais aquelas propagandas publicitárias. Por falar nisso, talvez eu faça alguma faculdade do gênero. E o assunto está mudando novamente de rumo.
Eu também mudo de rumo.
Acho que isso tudo é culpa do sono.
Afinal, não podemos simplesmente matar pessoas e animais por aí, tirar suas vidas e culpar o sono. Muitos culpam a bebida, as drogas, a própria violência animal -dos seres humanos, animais-. Mas o sono nós não podemos culpar.
Talvez culpemos então as drogas e o café que deixam os caminhoneiros "acordados". Ainda desacordados.
Mas nunca podemos culpar diretamente o sono.
Porque o sono é...
zZzZz.
Uma dádiva dos deuses.
Não, isso ficou muito religioso.
O sono é uma dádiva humana.
O Noviço - Martins Pena
Boa noite.
Vou fazer mais uma resenha super básica aqui para vocês. Esta será do livro "O Noviço", do autor Martins Pena.
JURO que tentei ler este livro com muita boa vontade, mas eu fui obrigada a ler, então não tive lá muito interesse. Fui obrigada pois precisava realizar um trabalho escolar, fazer uma prova, algo assim, e tive que ler. Não gosto quando isso acontece, pois parece que eu perco aquela vontade enorme que eu tenho de ler livros. Mas às vezes isso é bom. Não que eu não goste de livros clássicos, pelo contrário. Tenho um amor secreto por eles, principalmente pela linguagem utilizada, que é tão detestada e temida pelos alunos mais novos no ramo da Literatura.
Bem, não achei o livro muito interessante -acho que já comecei mal esta resenha, não é?-. Mas não digo que foi um dos piores que já li. A situação até que é legalzinha, mas não me agrada muito. Não que eu seja daquele tipo de leitor que só se interessa por ficção científica, fantasia, e despreza todo e qualquer outro gênero. Não. Eu gosto de tudo um pouco. Acho que prefiro fantasia, mas não é só isso. A questão é ter uma boa história e uma ótima escrita. É o que importa.
A linguagem utilizada é um pouco mais antiga, não muito formal, pois a história se passa em uma situação do cotidiano, mas com algo mais.
A propósito, é também uma peça teatral, para os que não sabem.
Três atos.
Conta a história da Dona Florência, uma viúva rica, mãe de Emília, uma jovem apaixonada pelo seu primo Carlos, o Noviço. Florência apaixonou-se por Ambrósio -seu amado interesseiro-, homem que convenceu Florência a colocar Carlos em um seminário, e queria convencê-la de colocar Emília em um convento também.
Ambrósio sabia usar as palavras -e é aí que entra aquela história de que, quem sabe usar as palavras, ganha o mundo-. E foi assim, com palavras carinhosas e doces, que encantara e fizera Florência apaixonar-se por ele. Carlos faz de tudo para convencer Florência de que Emília não deve ir para o convento, e que Ambrósio é um "malandro", mas não consegue, não sem as provas, e para piorar, Carlos é perseguido pelo Mestre dos Noviços, e não pode sair de onde está, mas mesmo assim consegue escapar algumas vezes.
E é aí que, misteriosamente, o passado obscuro de Ambrósio se revela: sua primeira esposa, com quem realmente se casara, a Dona Rosa, que veio do Ceará à procura do marido. A mulher não tinha notícias do mesmo já há anos, e nem sabia se ainda estava vivo. Consegue encontrar Carlos e, em meio a uma confusão, a história vai se desenrolando.
É uma história bem simples, e chega a ser um pouco engraçada. Os outros alunos que leram acharam bem legal e cômica. Eu não achei tão engraçada, mas dá pra ler tranquilamente. É um livro bem curto, com pouquíssimas páginas. Dá pra ler em, no mínimo, uma ou duas horas, com algumas pausas.
Se recomendo? Bem, por ser um clássico que necessita ser estudado, eu recomendo sim, pois nunca se sabe o que será cobrado exatamente em vestibulares, então não dá pra depender totalmente de resumos pegos na internet. Mas não é lá aqueeeele livro épico que eu li e amei de paixão. Mas, por ter uma vantagem em relação aos estudos para se dar bem, e por puro conhecimento em relação aos clássicos, eu recomendo.
Eu sou o Mensageiro - Markus Zusak.
A minha resenha sobre este livro tão interessante é bem simples, curta e objetiva, acredito eu. Ou talvez não. Não faço resenhas sobre TODOS os livros que já li, mas estou pensando em fazer. Já foram tantos livros que eu nem me recordo dos nomes às vezes.
"Eu sou o mensageiro" é um livro do autor Markus Zusak. Sim, aquele mesmo autor do livro -que ganhou uma fama enorme- "A Menina que roubava livros".
Na minha opinião, ambos são ótimos, mas "Eu sou o Mensageiro" me emocionou mais. Não, não só me emocionou mais. Mas acho que a escrita do autor estava bem melhor.
A situação começa quando Ed Kennedy, um cara em seus dezenove anos, está em um banco, com o seu amigo, discutindo sobre seu carro -que já é extremamente velho- e o banco sofre um assalto. Ed, como era conhecido, acaba conseguindo a arma do bandido após um longo tempo de discussões no banco. Consegue pegar o bandido depois de um período de perseguição. O mesmo tenta escapar, usando o carro do amigo de Ed, Marv, mas o carro é tão velho, que a operação acaba sendo mal sucedida.
Após este dia, a vida de Ed muda. Como? Simples: ele passa a receber inúmeras correspondências estranhas e anônimas, com mensagens simples, contendo apenas endereços, nomes, frases ou coisas do gênero, e com cartas de baralho.
Baralho. Ed e seus amigos, todos taxistas, adoravam jogar cartas.
Tinha o Marv -o cara do carro velho e escantembado; Tagarela nato e pão-duro por natureza, que nunca pagava nada e tinha uma fortuna guardada no banco, mas os amigos nem sabiam o que ele pretendia fazer com aquela grana -, o Ritchie -Bebedor de cerveja nato também - e a Audrey. Ah, a Audrey... O amor não correspondido de Ed Kennedy.
Ed começa a procurar entender o sentido das cartas que recebe, e percebe que são mensagens. Mensagens de coisas que ele deve fazer. Deve ajudar as pessoas, deve solucionar seus problemas. Ed, que se sentia tão inútil, em sua vida que não tinha mais escolaridade, e apenas trabalhava como um mero taxista -que era aparentemente detestado pela mãe-, conseguiu seu autorreconhecimento. E assim passou a perceber que ele também servia para alguma coisa.
O livro é muito bom, bem interessante. Os desafios colocados na vida de Ed são difíceis, mas ele supera todos.
Características segundo o meu ponto de vista:
O autor usa uma linguagem bem atual, contemporânea. Portanto, facilita a compreensão de quem não gosta muito de linguagens formais e mais antigas, não muito utilizadas. Também não utiliza muitos eufemismos,a linguagem é bem direta, mas ao mesmo tempo é emocionante e nos faz refletir. Este é o "x da questão": mesmo sem a utilização de eufemismos, a linguagem tem um toque emocionante, pois a estória que o autor criou é assim.
Recomendo o livro, e sinceramente, entrou para a minha listinha dos favoritos.
Google em mudança.
Bom, não escrevo nada aqui há tempos.
Muita gente vai notar a bela diferença na minha escrita. Talvez tenha sido influência de livros e mais livros que eu leio todos os dias. Mas andei lendo uns diferentes e, eu sempre acabo absorvendo alguma coisa da escrita de cada um dos autores.
Ao postar este texto, fiquei reparando nas diferenças e novidades do Google. Há muito tempo não postava nada em um blog. Agora vi que o Google realmente mudou.
Aliás, no outro blog talvez eu fale algo sobre a minha comparação entre o GD e o Drop Box. Mas este não é o assunto de hoje.
Então que assunto seria?
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