sexta-feira, 27 de abril de 2012

A pressa do hoje para o amanhã.

Pressa. O tempo passa muito rápido, não acham? Estava no carro, voltando da escola, quando comecei a pensar no que poderia escrever aqui. Eram coisas que eu queria ter escrito ontem, mas não deu tempo. Tempo. Como eu já disse em um post anterior, tudo ultimamente tem sido resumido em tempo. Talvez amanhã eu consiga um tempinho para postar tudo. Pois é, é assim que pensamos quase sempre. "Ah, amanhã eu vejo se consigo um tempinho pra fazer tal coisa", ou então: "Eu tentei hoje, mas não deu tempo". Mas claro que também sempre há aqueles que enrolam com o bom e velho "Poxa, professora, mas é que não deu tempo...". Enfim... O tempo é essencial, não é mesmo? Amanhã talvez eu consiga escrever pelo menos um pouco do que pretendo. Acho que a vontade de postar estas besteiras por aqui, voltou. Agora preciso sair. Sim, rapidamente. E sim, estou escrevendo isto às pressas. Às pressas da pressa. E ainda pretendo dormir um pouco, pois amanhã tenho um longo dia com o curso de francês, que começa logo pela manhã. Também pretendo ler um pouco -Memórias de um Sobrevivente, LESSING, Doris-. Talvez estude um pouquinho também... Enfim, não sei. Acho que não vou conseguir fazer nada disso. Vamos ver o que o tempo reserva para mim.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Minha escrita.

Oi. Oi, oi. Eu sou a Thayla. Enfim, acho que minhas apresentações estão ficando cada vez mais idiotas. Bom, estava aqui lendo os textos antigos do Blog. Putz! Nunca fiquei tão surpresa e confusa ao mesmo tempo. Sério. Minha escrita mudou muito. MUITO! Talvez a culpa seja dos livros, dos filmes, das séries, dos mangás, dos animes... Ou talvez a culpa seja minha. De qualquer forma, acho que ela evoluiu bastante. Mas em compensação a criatividade foi embora. De qualquer forma [acabei de repetir isso mais uma vez, ignorem, por favor], nem sei porque comecei a falar sobre a minha escrita. Boa mesmo ela nunca foi, e ainda não é. Acho que nunca será, mas isso não tem importância. Ou tem?

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sono.

Sabe aqueles dias em que você sente que precisa dormir mais do que o normal? Então, hoje é um dia desses. Dormi por umas boas horas, umas três, aproximadamente. Ontem quase dormi na aula. Não era uma aula muito interessante, porque a professora estava apenas corrigindo lições. Mas nunca dormi em aulas -eu acho-. Considero como uma falta de respeito, por mais que o professor nem esteja na sala de aula. Mas aquelas pessoas que não paravam de fazer barulho, que ficavam se maquiando, conversando, jogando coisas para o alto e esse tipo de coisa que só os alunos baderneiros fazem, estavam me entediando. É, acho que ontem foi diferente. Essas coisas não me tiravam o sono, pelo contrário. Mas eu estava morrendo de dor. Cólica. É, meus caros amigos homens, as mulheres também sofrem. E como sofrem, hein? Mas não vamos falar de homens, mulheres, machismo e coisas assim. Estou aqui para falar de Sono. Sono. Eu tenho sono. Você tem. Todo mundo tem. E isto aqui está parecendo mais aquelas propagandas publicitárias. Por falar nisso, talvez eu faça alguma faculdade do gênero. E o assunto está mudando novamente de rumo. Eu também mudo de rumo. Acho que isso tudo é culpa do sono. Afinal, não podemos simplesmente matar pessoas e animais por aí, tirar suas vidas e culpar o sono. Muitos culpam a bebida, as drogas, a própria violência animal -dos seres humanos, animais-. Mas o sono nós não podemos culpar. Talvez culpemos então as drogas e o café que deixam os caminhoneiros "acordados". Ainda desacordados. Mas nunca podemos culpar diretamente o sono. Porque o sono é... zZzZz. Uma dádiva dos deuses. Não, isso ficou muito religioso. O sono é uma dádiva humana.

O Noviço - Martins Pena

Boa noite. Vou fazer mais uma resenha super básica aqui para vocês. Esta será do livro "O Noviço", do autor Martins Pena. JURO que tentei ler este livro com muita boa vontade, mas eu fui obrigada a ler, então não tive lá muito interesse. Fui obrigada pois precisava realizar um trabalho escolar, fazer uma prova, algo assim, e tive que ler. Não gosto quando isso acontece, pois parece que eu perco aquela vontade enorme que eu tenho de ler livros. Mas às vezes isso é bom. Não que eu não goste de livros clássicos, pelo contrário. Tenho um amor secreto por eles, principalmente pela linguagem utilizada, que é tão detestada e temida pelos alunos mais novos no ramo da Literatura. Bem, não achei o livro muito interessante -acho que já comecei mal esta resenha, não é?-. Mas não digo que foi um dos piores que já li. A situação até que é legalzinha, mas não me agrada muito. Não que eu seja daquele tipo de leitor que só se interessa por ficção científica, fantasia, e despreza todo e qualquer outro gênero. Não. Eu gosto de tudo um pouco. Acho que prefiro fantasia, mas não é só isso. A questão é ter uma boa história e uma ótima escrita. É o que importa. A linguagem utilizada é um pouco mais antiga, não muito formal, pois a história se passa em uma situação do cotidiano, mas com algo mais. A propósito, é também uma peça teatral, para os que não sabem. Três atos. Conta a história da Dona Florência, uma viúva rica, mãe de Emília, uma jovem apaixonada pelo seu primo Carlos, o Noviço. Florência apaixonou-se por Ambrósio -seu amado interesseiro-, homem que convenceu Florência a colocar Carlos em um seminário, e queria convencê-la de colocar Emília em um convento também. Ambrósio sabia usar as palavras -e é aí que entra aquela história de que, quem sabe usar as palavras, ganha o mundo-. E foi assim, com palavras carinhosas e doces, que encantara e fizera Florência apaixonar-se por ele. Carlos faz de tudo para convencer Florência de que Emília não deve ir para o convento, e que Ambrósio é um "malandro", mas não consegue, não sem as provas, e para piorar, Carlos é perseguido pelo Mestre dos Noviços, e não pode sair de onde está, mas mesmo assim consegue escapar algumas vezes. E é aí que, misteriosamente, o passado obscuro de Ambrósio se revela: sua primeira esposa, com quem realmente se casara, a Dona Rosa, que veio do Ceará à procura do marido. A mulher não tinha notícias do mesmo já há anos, e nem sabia se ainda estava vivo. Consegue encontrar Carlos e, em meio a uma confusão, a história vai se desenrolando. É uma história bem simples, e chega a ser um pouco engraçada. Os outros alunos que leram acharam bem legal e cômica. Eu não achei tão engraçada, mas dá pra ler tranquilamente. É um livro bem curto, com pouquíssimas páginas. Dá pra ler em, no mínimo, uma ou duas horas, com algumas pausas. Se recomendo? Bem, por ser um clássico que necessita ser estudado, eu recomendo sim, pois nunca se sabe o que será cobrado exatamente em vestibulares, então não dá pra depender totalmente de resumos pegos na internet. Mas não é lá aqueeeele livro épico que eu li e amei de paixão. Mas, por ter uma vantagem em relação aos estudos para se dar bem, e por puro conhecimento em relação aos clássicos, eu recomendo.

Eu sou o Mensageiro - Markus Zusak.

A minha resenha sobre este livro tão interessante é bem simples, curta e objetiva, acredito eu. Ou talvez não. Não faço resenhas sobre TODOS os livros que já li, mas estou pensando em fazer. Já foram tantos livros que eu nem me recordo dos nomes às vezes. "Eu sou o mensageiro" é um livro do autor Markus Zusak. Sim, aquele mesmo autor do livro -que ganhou uma fama enorme- "A Menina que roubava livros". Na minha opinião, ambos são ótimos, mas "Eu sou o Mensageiro" me emocionou mais. Não, não só me emocionou mais. Mas acho que a escrita do autor estava bem melhor. A situação começa quando Ed Kennedy, um cara em seus dezenove anos, está em um banco, com o seu amigo, discutindo sobre seu carro -que já é extremamente velho- e o banco sofre um assalto. Ed, como era conhecido, acaba conseguindo a arma do bandido após um longo tempo de discussões no banco. Consegue pegar o bandido depois de um período de perseguição. O mesmo tenta escapar, usando o carro do amigo de Ed, Marv, mas o carro é tão velho, que a operação acaba sendo mal sucedida. Após este dia, a vida de Ed muda. Como? Simples: ele passa a receber inúmeras correspondências estranhas e anônimas, com mensagens simples, contendo apenas endereços, nomes, frases ou coisas do gênero, e com cartas de baralho. Baralho. Ed e seus amigos, todos taxistas, adoravam jogar cartas. Tinha o Marv -o cara do carro velho e escantembado; Tagarela nato e pão-duro por natureza, que nunca pagava nada e tinha uma fortuna guardada no banco, mas os amigos nem sabiam o que ele pretendia fazer com aquela grana -, o Ritchie -Bebedor de cerveja nato também - e a Audrey. Ah, a Audrey... O amor não correspondido de Ed Kennedy. Ed começa a procurar entender o sentido das cartas que recebe, e percebe que são mensagens. Mensagens de coisas que ele deve fazer. Deve ajudar as pessoas, deve solucionar seus problemas. Ed, que se sentia tão inútil, em sua vida que não tinha mais escolaridade, e apenas trabalhava como um mero taxista -que era aparentemente detestado pela mãe-, conseguiu seu autorreconhecimento. E assim passou a perceber que ele também servia para alguma coisa. O livro é muito bom, bem interessante. Os desafios colocados na vida de Ed são difíceis, mas ele supera todos. Características segundo o meu ponto de vista: O autor usa uma linguagem bem atual, contemporânea. Portanto, facilita a compreensão de quem não gosta muito de linguagens formais e mais antigas, não muito utilizadas. Também não utiliza muitos eufemismos,a linguagem é bem direta, mas ao mesmo tempo é emocionante e nos faz refletir. Este é o "x da questão": mesmo sem a utilização de eufemismos, a linguagem tem um toque emocionante, pois a estória que o autor criou é assim. Recomendo o livro, e sinceramente, entrou para a minha listinha dos favoritos.

Google em mudança.

Bom, não escrevo nada aqui há tempos. Muita gente vai notar a bela diferença na minha escrita. Talvez tenha sido influência de livros e mais livros que eu leio todos os dias. Mas andei lendo uns diferentes e, eu sempre acabo absorvendo alguma coisa da escrita de cada um dos autores. Ao postar este texto, fiquei reparando nas diferenças e novidades do Google. Há muito tempo não postava nada em um blog. Agora vi que o Google realmente mudou. Aliás, no outro blog talvez eu fale algo sobre a minha comparação entre o GD e o Drop Box. Mas este não é o assunto de hoje. Então que assunto seria?